Professores de máquinas serão cada vez mais requisitados no futuro

Professores de máquinas serão cada vez mais requisitados no futuro

Máquinas inteligentes, autônomas, independentes… A Inteligência Artificial – talvez a tecnologia mais “na moda” do momento – já permite tudo isso (e muito mais). Mas nada descarta a necessidade de pelo menos um ser humano por trás de tudo. O primeiro “input”, o comando inicial de qualquer processo, ainda é feito por alguém de carne e osso; e com um cérebro devidamente desenvolvido para tal atividade.

Em crescimento exponencial, a Inteligência Artificial deve movimentar cerca de 130 bilhões de dólares até 2025. O setor é promissor e tem muita gente interessada em qualquer fatia desse bolo. Já há algum tempo, as máquinas deixaram de processar apenas raciocínios lógicos e se tornaram capazes também de aprender com as pessoas, com os ambientes de rede e inclusive com as próprias máquinas.

Há quem diga que toda essa nova realidade das máquinas e computadores abriu brecha para o surgimento de um novo profissional: o “machine teacher”; professor de máquinas. Em poucas palavras, seria aquele responsável por ensinar alguma coisa aos dispositivos.

Como dissemos há pouco, o primeiro input é sempre humano! Além desses casos de aprendizado por demonstração, a principal maneira de ensinar ou treinar computadores é através da programação.

Por se tratar de um tema relativamente novo no mundo da tecnologia, hoje quem assume essa responsabilidade de treinar máquinas é basicamente aquele programador que resolveu se aprofundar em ciência de dados. Mas este ainda não é o cenário ideal. A tendência é que a demanda pelo profissional que saiba lidar com um grande volume de dados e consiga extrair valor dessa informação cresça bastante nos próximos anos.

Mais do que isso, os que se destacam nessa tarefa são aqueles com maior sensibilidade para desconfiar e duvidar, afinal, se a gente erra (e é normal), as máquinas também não estarão sempre certas e nem apresentarão sempre o melhor resultado possível.

Fonte: Olhardigital

 

Inteligência artificial do Google aprendeu a usar a imaginação

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Além de dormir, a inteligência artificial do Google também vai aprender a imaginar. É isso o que cientistas responsáveis pela DeepMind estão fazendo, e eles descreveram recentes avanços na área em dois artigos científicos diferentes.

A intenção dos pesquisadores que participam do desenvolvimento da inteligência artificial é que ela seja capaz de “construir um plano” e lembrar informações importantes para usar no futuro. Assim, ela consegue imaginar diferentes cenários aos quais pode ser exposta e, com isso, elaborar uma série de ações a serem tomadas quando encarar essas situações.

veja materia completa: https://olhardigital.com.br/noticia/inteligencia-artificial-do-google-aprendeu-a-usar-a-imaginacao/70417

Como liderar funcionários da geração millennial

Preguiçosos, egocêntricos, narcisistas”.

Tanto no conhecimento popular como no acadêmico, essas são algumas das palavras que praticamente resumem o problema de muitas empresas com os chamados millennials. Entram nessa classificação as pessoas nascidas a partir de 1980.

Os que vão além dessa descrição enxuta ainda afirmam que o grupo não consegue ficar parado em um emprego, é ansioso por promoções do trabalho, mora com os pais, é viciado em mídias sociais e a única paixão é um desejo vago por fama. Ah, eles também são conhecidos por serem inseguros – então nada de apontar defeitos ou criticar o trabalho dos millennials.

Problema identificado. Qual seria, então, a solução? O empreendedor Aaron Orendorff, fundador da iconicContent, foi atrás dessa resposta. Ele publicou o que descobriu em uma coluna ao Mashable.

A receita para lidar com essa geração tem apenas um ingrediente: empatia

O primeiro ponto começa justamente nessa queixa das empresas em relação aos millennials. Talvez o problema seja que gerentes, diretores e líderes de negócios não consigam compreender que é preciso aprender como administrar os millennials, em vez de apenas apontar os problemas com eles.

Suba o nível

O conselho vem de Andy Frisella, criador da marca MFCEO Project – cujas vendas somam acima de US$ 100 milhões por ano. Ao contrário de boa parte dos CEOs por aí, Frisella se define como um apaixonado por millennials – cerca de 130 funcionários de sua empresa nasceram depois dos anos 1980. Para ele, a receita para lidar com uma equipe assim tem apenas um ingrediente: empatia.

“Eles querem ter sucesso, mas durante a vida inteira a maior parte não teve de trabalhar para alcançar o sucesso. Eles não entendem a realidade. Todo mundo tende a tratar os millennials como se eles não fossem tão bons quanto as gerações que os antecederam, mas a verdade é que não são os millennials que falharam. Foi a geração que criou os millennials. Somos nós.”

Os prêmios devem ser merecidos, nunca simplesmente entregues pelo gestor ao funcionário

Com esse entendimento, em vez de simplesmente assumir como verdade as características que descrevem essa geração, Frisella decidiu muda-las. “Meu objetivo é fazer com que eles se saiam tão bem em desafios no trabalho que eles irão me dizer que [esse emprego] foi a melhor coisa que já aconteceu na vida deles.”

Ao evitar a cultura de prêmios com que a maior parte dos millennials cresceu – no sentido de que não importa ganhar ou perder, você é sempre recompensado -, Frisella deixa suas expectativas claras. Os prêmios devem ser merecidos, nunca simplesmente entregues pelo gestor ao funcionário. O resultado é uma cultura que capacida os jovens funcionários ao mesmo tempo que dá a eles a estrutura para construir autoconfiança a partir de um trabalho bem feito.

Cultive uma paixão em comum

A história aqui é sobre a Jones Soda, uma fabricante de refrigerantes que virou fenômeno em meados de 2005. Os lucros da empresa cresciam a um pé de 30% ao ano. Então, como toda moda, a vida da empresa virou de cabeça para baixo. Na década seguinte, a empresa não teve sequer um trimestre de resultados positivos e caiu 63% em valor.

Quando Jennifer Cue assumiu o posto de CEO do negócio, em 2012, esse era o cenário que ela iria enfrentar. “A situação pedia criatividade para resolver problemas e um time que compartilhasse do espírito empreendedor.”

É importante não generalizar ou categorizar os times por sua idade

Com 60% da força de trabalho formada por millennials, ela decidiu liderar pelo exemplo. Além de ter determinado um salário abaixo dos padrões da companhia para o posto que estava ocupando, ela investiu US$ 680 mil de seu próprio bolso no negócio. Além disso, ela deixou de lado os cargos e responsabilidades dos funcionários e passou a escalá-los para tarefas nas quais seus pontos fortes iriam se sobressair e ajudar a empresa.

“Confiar e empoderar os millennials ao criar desafios e oportunidades de crescimento gera um senso de completude. É importante não generalizar ou categorizar os times por sua idade. O que funcionou para a Jones foi fazer com que todo o time fosse apaixonado pelo que estava fazendo.”

Desista de controle sobre tudo

Todos os anos, durante o verão, o e-commerce de biquínis Bikini Luxe escolhe um estagiário para tomar conta das redes sociais da empresa. Ao todo, 750 mil seguidores acompanham os posts feitos pela marca no Facebook e no Instagram – uma responsabilidade grande que muitas empresas jamais colocariam nas mãos de alguém que ainda está na universidade.

Tentar controlar tudo pelo bem da qualidade ou da marca acaba com a criatividade

Para a fundadora da Bikini Luxe, no entanto, você precisa exercitar os funcionários mais jovens a serem criativos e ousados. “Nós aprendemos a amar a mentalidade criativa e flexível da nossa equipe de millennials. Tentar controlar tudo pelo bem da qualidade ou da marca não apenas acaba com a criatividade. Acaba também com o espírito de inovação daqueles que trabalham para você, não importa a idade.”

Entenda o que sua equipe precisa

O CEO da Studypool, Richard Werbe, tem apenas 23 anos. Ele está à frente do hoje chamado “Google da Academia”, um portal que reúne 40 mil professores e um milhão de estudantes para tirar dúvidas sobre estudos. Desde que foi fundado, o negócio recebeu US$ 2,5 milhões em investimentos venture capital.

O segredo do sucesso? Ser um millennial, segundo Werbe. “Muitas pessoas pensam que minha idade pode ser ruim para liderar, mas é justamente o contrário”, disse ele. “Eu entendo a importância de manter meu time apaixonado pelo que faz e empolgado para vir trabalhar todos os dias.”

“Não faz sentido forçar meu time ao ponto em que o trabalho vira algo que eles não gostam”

Música no escritório, uma despensa lotada de doces e lanches, código de vestimenta informal e uma sala de games podem parecer meros detalhes, já adotados por muitas empresas de tecnologia. Segundo o CEO da Studypool, contudo, incentivos assim funcionam mesmo. Ele também encoraja seus funcionários a trabalhar remotamente sempre que possível.

“Não faz sentido forçar meu time ao ponto em que o trabalho vira algo que eles não gostam. Ter uma idade próxima dos meus funcionários me torna particularmente atento ao bem estar deles e às melhores maneiras de mantê-los focados e empolgados.”

Ajude a planejar

A marca de vestidos de noiva Azazie foi criada por millennials para um público de millennials. Por isso, faz sentido manter a média de idade dos funcionários da empresa em 27 anos. O resultado: as vendas já acumulam crescimento de 300% este ano.

Um dos segredos para trabalhar com essa geração, segundo a gerente Rachel Hogue, é não determinar metas megalomaníacas. Ela se encontra com cada funcionário uma vez por mês para entender suas paixões e ambições para o futuro. Ao encorajar a empatia e uma comunicação transparente, Hogue estimula um ambiente de trabalho colaborativo. “Cada um dos nossos funcionários é único. É meu trabalho fazer com que eles se sintam confortáveis de falar o que pensam, dividir ideias e tomar a iniciativa.”

 

fonte: https://pro.tecmundo.com.br/pro/117229-liderar-funcionarios-geracao-millennial.htm?es_p=4300929

Hello WORLD !

Bem-vindo a home page do LABORATORIO DO RECCHI.

Estamos “on-line” desde o dia 30/04/2011 (= 1 dia antes de 1/maio que é “Dia do Trabalho” e, portando, eu não poderia estar “trabalhando” — rs rs rs rs )

Como qualquer boa página de pessoas “com razoável vivência em T.I.” , inicio minha home page com o post referente a “Hello World” -> quem já programou alguma vez na vida vai sentir uma certa nostalgia… quem nunca programou … deveria criar vergonha na cara e aprender, pelo menos, a programar algo em alguma linguagem desses milhares que estão por aí…